Era tão cedo que as próprias águas pareciam adormecidas. Um pequeno barco rasgava, já o horizonte, não muito longe de um sol quase frio, cuja luz, em pouco tempo, se tornaria intensa de mais.
Quando saíu da tenda, deixou atrás de si, sobre a areia, a pouca roupa que vestia e, nua, em breve, ultrapassou o marulhar redondo das ondas e mergulhou no azul casto do mar.
O barco aproximara-se bastante da praia e o irmão dela e um amigo esperavam-na, espantados, na areia.
Dois pescadores, tripulantes do pequeno bote, gritavam de desejo e de espanto, atraídos por aquela visão de todo inesperada. Ela continuava, lenta, indiferente, como se não se apercebesse do poder que tinha para os excitar.
A pouco e pouco, chegou-se à beira, pôs-se em pé. A linha de água dava-lhe pela cintura. A temperatura do mar endurecera-lhe o corpo, os seios esculturais e rijos, o ventre de amêndoa seco, bem assente em ancas bem feitas, sobre pernas luzidias. A boca a morder-lhe os cabelos.
O pescador mais novo ergueu-se no barco, baixou os calções e começou a masturbar-se.
O irmão, apressado, aproximou-se com uma toalha para a proteger, porém, ela voltou-se para o lado e deixou-se ficar mais nua que nunca. Ele insistiu que a irmã se tapasse, se recolhesse na tenda, mas ela pediu-lhe para que a deixasse ficar assim, ali, até que o pescador acabasse de tirar dela todo o prazer.
Quando saíu da tenda, deixou atrás de si, sobre a areia, a pouca roupa que vestia e, nua, em breve, ultrapassou o marulhar redondo das ondas e mergulhou no azul casto do mar.
O barco aproximara-se bastante da praia e o irmão dela e um amigo esperavam-na, espantados, na areia.
Dois pescadores, tripulantes do pequeno bote, gritavam de desejo e de espanto, atraídos por aquela visão de todo inesperada. Ela continuava, lenta, indiferente, como se não se apercebesse do poder que tinha para os excitar.
A pouco e pouco, chegou-se à beira, pôs-se em pé. A linha de água dava-lhe pela cintura. A temperatura do mar endurecera-lhe o corpo, os seios esculturais e rijos, o ventre de amêndoa seco, bem assente em ancas bem feitas, sobre pernas luzidias. A boca a morder-lhe os cabelos.
O pescador mais novo ergueu-se no barco, baixou os calções e começou a masturbar-se.
O irmão, apressado, aproximou-se com uma toalha para a proteger, porém, ela voltou-se para o lado e deixou-se ficar mais nua que nunca. Ele insistiu que a irmã se tapasse, se recolhesse na tenda, mas ela pediu-lhe para que a deixasse ficar assim, ali, até que o pescador acabasse de tirar dela todo o prazer.
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